Friday, September 18, 2009







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Tuesday, July 28, 2009

A edificação da igreja do Senhor
Cuidado como você constrói

Procuramos sempre encorajar a construção: a construção do caráter, a construção de lares e a construção de igrejas. Isto reflete uma ênfase indiscutível nas Escrituras.

O Senhor é um construtor. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (Salmo 127:1). Cada indivíduo é um construtor. "Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha.... Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces" (Lucas 6:47-49).

De modo especial, os evangelistas são construtores. Paulo escreveu aos coríntios: "Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele" (1 Coríntios 3:10). A estas palavras, contudo, ele acrescentou: "Porém, cada um veja como edifica".

O alicerce precisa estar certo. Desde o começo, Paulo minimizou a importância da sabedoria humana, a personalidade e o talento dos professores. Ele atingiu seu auge em 1 Coríntios 3:11. "Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo."

Os materiais precisam estar certos. "Contudo, se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará" (1 Coríntios 3:12-13). Um templo de madeira, feno e palha pode ser construído rápido e barato. Apelos aos apetites carnais para comida de graça, recreação, divertimento, educação, etc., ajuntarão tais materiais em grandes quantidades. Aqueles que buscam materiais mais caros, limitando-se a pregar "Cristo, e este crucificado", parecerão ser lentos e improdutivos, mas o tempo dirá. Homens de fé não julgam nada "antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará a plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus" (1 Coríntios 4:5).

A planta precisa estar certa. Paulo continua: "Estas coisas, irmãos, apliquei-as figuradamente a mim mesmo e a Apolo, por vossa causa, para que por nosso exemplo aprendais isto: não ultrapasseis o que está escrito" (1 Coríntios 4:6).

Alguns notáveis exemplos de construção fantasticamente rápida prenderam a atenção de cristãos em anos recentes. Conversões anuais às centenas, reuniões de milhares, ofertas em milhões e zelo sacrificial atingindo os remotos confins da terra levaram muitos observadores a imaginar se estaremos testemunhando um segundo Pentecostes.

Mas só números e publicidade não são prova de aprovação divina. Considere os mórmons, as Testemunhas de Jeová, a Igreja Universal do Reino de Deus e diversos outros ministérios e campanhas de falsos mestres. O mero fato que um projeto alegar ser bíblico não assegura que o procedimento estará em harmonia com a vontade de Deus.

Em numerosos casos de crescimento sensacional, não somente nos anos recentes mas nas últimas décadas, alguns princípios básicos das Escrituras têm sido descuidados, na ávida busca de resultados. Tal construção descuidada não está limitada àqueles que aceitam alguma determinada filosofia de "discipulado" ou "multiplicação". Por toda parte, todos nós precisamos das advertências do Espírito Santo nas Escrituras.

Que jamais fiquemos tão temerosos de enganos que cessamos de construir. Esse seria o maior engano de todos. Mas que nunca nos tornemos tão positivamente zelosos que reajamos desfavoravelmente à divina advertência: "Cada um veja como edifica".

Wednesday, July 15, 2009


“Polícia Federal apreende sucata da rede ferroviária”. Esta foi a principal chamada do Jornal Nacional-Rede Globo no dia 26/11.

A matéria informava sobre a dilapidação e roubo de patrimônio da extinta RFFSA (Rede Ferroviária Federal) praticados por operadoras privadas do sistema de transporte ferroviário do Brasil. Neste caso, a investigação da Polícia Federal se concentrou em várias cidades do estado de São Paulo, e apontou o envolvimento da empresa América Latina Logística (ALL), a maior concessionária de ferrovias do país.

Segundo informações da PF, que investiga um esquema de apropriação do patrimônio público que movimentaria milhões de reais com a participação de várias empresas, estima-se que, nos últimos dois anos, 210 locomotivas elétricas foram destruídas e mais de 3 mil vagões viraram matéria-prima para a siderúrgica.

As locomotivas elétricas operavam no transporte de comboios ferroviários de passageiros e cargas da extinta “Ferrovias Paulistas” (FEPASA), que foi incorporada pela RFFSA em 1996, no acordo firmado entre o então governador de São Paulo, Mário Covas, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (ambos do PSDB) para a privatização do BANESPA.

É bom lembrar que a dilapidação do patrimônio da extinta RFFSA não começou agora. Teve início em março de 1996 quando foi efetuado o leilão da Malha Oeste, que liga Bauru-SP a Corumbá-MS, divisa com a Bolívia.

A RFFSA foi privatizada sem que houvesse a constituição do marco regulatório, o que só foi constituído em 1998, após o Tribunal de Contas da União (TCU) ter recebido denúncia apresentada pela Federação Nacional Independente de Trabalhadores Sobre Trilhos – CUT, e emitido parecer favorável a decretação da caducidade dos contratos.

Para não aplicar a orientação do TCU, Fernando Henrique editou medida provisória colocando a RFFSA em liquidação, o que legalmente impedia a empresa de assumir o controle das malhas privatizadas. De afogadilho criou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), sem que a mesma dispusse de recursos humanos e materiais para assumir as responsabilidades da RFFSA, entre outras, a de fiscalizar o uso do patrimônio concedido ou arrendado.

De 1998 a 2007, quando a RFFSA foi definitivamente extinta por medida provisória editada pelo governo Lula, foram nove anos de verdadeira farra com o patrimônio público. O alvo principal neste período foram os imóveis. Centenas de imóveis residenciais (a maioria em zonas nobres) de grandes centros urbanos e de alto valor, fazendas, foram literalmente roubados por quadrilhas organizadas e grandes escritórios de advocacia que preparavam a parte legal.

Outra forma de dilapidar o patrimônio da extinta RFFSA vem se dando com o oferecimento de grandes imóveis, como estações ferroviárias para garantirem dívidas trabalhistas, civis e criminais, como ocorreu na cidade de Bauru-SP, onde a Estação Central, a terceira maior do país, foi penhorada para pagamento de dívida trabalhista.

Das operadoras privadas, a que de forma ostensiva vem se apropriando do patrimônio da extinta RFFSA é a América latina Logística, Holding que controla as ferrovias nos Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Pelo contrato de concessão, as operadoras privadas deveriam devolver à União os bens operacionais arrendados para que pudessem operar: (linhas, locomotivas, vagões, prédios de oficinas e escritórios, máquinas operatrizes, etc.), o que será impossível frente à absoluta falta de fiscalização e de acompanhamento por parte do governo federal.

O mais grave: a América Latina Logística é o Fundo de Investimentos BRZ ALL, cujos cotistas em sua maioria esmagadora são os fundos públicos de pensão como Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal), Forluz (Cemig), Postalis (Correios), Valia (Vale do Rio Doce), Sabesprev (Sabesp) e Previ (Banco do Brasil), fundos que operam com dinheiro público de empresas estatais, ou seja: é o estado patrocinando a destruição do patrimônio público!

O governo Lula teve a oportunidade, os meios legais e políticos para no seu primeiro mandato revogar a privatização da RFFSA e implantar um Plano Nacional de Transporte, que pudesse com medidas de curto, médio e longo prazos inverter a matriz de transporte, tanto para carga quanto para passageiros.

Fez exatamente o contrário. Apoiou o Plano Nacional de Revitalização das Ferrovias, proposto pelo ex-todo-poderoso chefe da Casa Cível José Dirceu, que foi construído de comum acordo com as corporações e bancos que controlam as operadoras privadas em jantar patrocinado pelo Jornal O Globo no início de 2005. Tal projeto foi consolidado com o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), que vem liberando milhões de reais para investimentos privados em ferrovias, que vem se constituindo em meros corredores de exportação de produtos agro-minerais.

Com a crise econômica, o cenário para o país neste setor de infra-estrutura se complica, tendo em vista que são necessários grandes aportes de recursos financeiros, de retorno incerto e, se ocorrerem, ocorrerão a longuíssimo prazo. Como a estrutura de transporte ferroviário está nas mãos de operadores privados, os mesmos vislumbram uma grande oportunidade de receberem dinheiro público a juros baixos, e aumentarem, mesmo que momentaneamente, seus lucros.

A única saída é a que foi adotada pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que assinou este mês o decreto de reestatização dos serviços de trens de cargas. A presidente anunciou sua posição sobre o assunto na província nortenha de Tucumán, onde presidiu a reinauguração da malha ferroviária de Tafí Viejo, que havia sido desativada pelos operadores privados. Na ocasião, divulgou o decreto 1771 do governo nacional que transfere para a administração estatal a Ferrocarril Belgrano de Cargas, até agora nas mãos de uma holding formada por três empresas locais, uma chinesa e três sindicatos. E Cristina Kirchener não é nenhuma socialista.

É isso que o povo brasileiro, os trabalhadores e a juventude exigem do governo Lula. A reestatização imediata das ferrovias no Brasil, colocando o controle, a operação e a gestão sob responsabilidade direta do Ministério dos Transportes.

Sunday, February 08, 2009


GLOBO REPÓRTER
Exma. Mídia:

Assistindo a reportagem das proezas de pessoas que com sorte, saíram do nada para uma vida abastada e sabendo que são poucos no universo de pessoas existentes, me veio à mente a facilidade com que a mídia encontrou para mostrar um lado bem sucedido de uma minoria brasileira.Sabemos todos nós que a maioria vivem umas realidades diferentes, que mesmo lutando com todas as forças não conseguiram chegar lá impedidos na maior parte por injustiças e decepções sofridas. Até hoje com 47 anos de vida, nunca vi nenhum desses milhões... Receber destaque em algum canal de TV com tamanho valor ser mostrado ou reportado com tanta ênfase em um programa tradicional e famoso como o Globo Repórter, e, escrevo porque pertenço à classe desses milhões detentores de uma história diferente da mostrada com destaque em Rede Nacional em 30/05/2008. Sendo assim fica uma pergunta ainda sem resposta, porquê? Será meu mundo outro? Creio que não, pois sei que minha história, que é igual a muitas que existem e representa muito para mim, não seja de interesse das grandes reportagens ou até mesmo de opiniões defendidas por “valores” detentoras e patenteadas por grandes conglomerados de comunicação que com reportagens como a divulgada sexta-feira à noite na mídia, se abastece e ao mesmo tempo se sustenta na publicidade de incentivo do consumismo desenfreado seja o produto qual for, alimentando a ilusão e fantasia das pessoas, sendo assim catastrófico para a sociedade no despertamento da busca e cobiça... Sem precedentes daquilo que muitas vezes não se pode alcançar. Escrevo não como um desabafo, mas uma opinião de um cidadão brasileiro que como tantos outros tem uma opinião a ser defendida, mesmo assistindo, outras opiniões formadas e defendidas com unhas e dentes.

Obrigado.

Sunday, February 01, 2009

CEROL MATA
Vamos lutar para acabar com o cerol, acho eu que se as auttoridades tomar uma posição, seja ela municipal estadual ou mesmo federal para criar uma lei que pune os pais de menores que usam cerol em suas linhas de pipas, muita gente vai escapar da morte principalmente os motoqueiros. Vejam só eu nesta foto como fiquei e olha que eu estava de bicicleta e como ciclista não usa capacete eu senti a linha com cerol cortando meu rosto e ao tentar tirar a linha eu cai e bati fortemente a cabeça ficando desacordado na hora e levado pelo resgate dos bombeiros ao pronto socorro municipal causando assim um grande transtorno em minha vida, mas dou graças a Deus que me livrou da morte, e sabem amigos, muitos motoqueiros morrem porque usam capacete e não sentem a linha no rosto e quando então desce para o pescoço e é fatal.Resta nos lutar para acabarmos de vez com o cerol.